Eu sempre tive a mania – péssima por sinal – de acreditar demais nas pessoas, de acreditar demais na mudança e na força do amor. Não que hoje eu tenha radicalizado e seja contra tudo isto, mas tenho começado a me posicionar melhor perante estas situações.
Isso porque eu sempre tive o vício de amar exageradamente, me entregar por inteira, corpo, alma e coração, sem me preocupar muito com o futuro e com as coisas que poderiam acontecer. Hoje eu entendo que essa minha forma de agir me classificava entre os burros amorosos, aqueles que esquecem da razão e só agem com o coração, só enxergam com a barreira do sentimento exacerbado e acreditam fielmente em tudo que a pessoa amada diz, mesmo que todo o contexto prove o contrário.
Acho que todo mundo tem essa fase. Pelo menos me consolo assim, pra que eu não fique pensando que sou uma aberração humana que só se mete em furada quando o assunto é relacionamento.
Mas hoje eu entendi que o problema não é passar por essa fase, o problema maior é nos estagnar nesta fase. Parar o mundo e querer descer ali mesmo, achando que já chegou ao ponto final e já atingiu o que de melhor nos espera.
Pior que ser um burro amoroso é ser um burro amoroso teimoso, que insiste, insiste, insiste mais uma vez, e mesmo cansado, ele continua insistindo. E ainda tem aquele que enxerga, mas que pra tentar acalmar o coração faz de conta que não viu e inventa uma desculpa pra si mesmo.
Eu estava assim. E o pior de tudo, eu sabia que estava. Uma das coisas que eu mais odiava era a minha intuição, porque essa tal de intuição feminina sempre arruma um jeitinho de mandar o seu recado. E eu, mesmo entendendo, fazia de conta que não tinha recebido recado nenhum. E eu não fiz isso uma, nem duas, nem três vezes. Pra ser sincera, já perdi as contas de quantas vezes fiz.
Mas até que um dia pensei “– Amor em pedaços? Se eu nunca me contentei com pouco em nada nesta vida, porque, logo com o amor, eu iria me contentar com pedacinhos?” Pode até parecer que eu to mentindo, mas não estou. Foi assim mesmo, de uma hora pra outra que eu resolvi aceitar os conselhos da minha, que voltou a ser, querida intuição. Pode até parecer simples, mas não foi. E não ache que estou aqui querendo te dizer que vai ser fácil, que basta acordar, sacudir a poeira e viver a vida, porque eu sei que não é. Mas existe uma coisa que se chama amor próprio que pode te ajudar nisso tudo.
Ouvi uma frase essa semana que me chamou muito a atenção. “Amor impossível, sim; improvável, nunca.” E é por isso que eu repito a mim mesma, todos os dias, que eu vou sempre correr atrás do impossível, mas que também vou sempre abandonar o improvável. Porque se um amor é improvável, tenha a certeza de que ele realmente não vai se realizar. Ou, se realizar, pode ser que ele não se fortaleça. Se ele era improvável era porque alguma coisa o fazia ser, e será que isso mudaria assim, de uma hora para a outra?
Acredite, a gente sempre sabe quando um amor é verdadeiro. A gente sempre sabe quando todos os nossos planos amorosos podem dar certo. E, principalmente, a gente sempre sabe quando uma coisa nos faz bem.
Não há noite longa que não encontre o dia. E não há momentos difíceis que sejam eternos. E são nestes momentos que devemos pensar mais na nossa felicidade do que na dos outros e ir em busca daquilo que te faz bem.
Fui ser feliz. E não volto.
Isso porque eu sempre tive o vício de amar exageradamente, me entregar por inteira, corpo, alma e coração, sem me preocupar muito com o futuro e com as coisas que poderiam acontecer. Hoje eu entendo que essa minha forma de agir me classificava entre os burros amorosos, aqueles que esquecem da razão e só agem com o coração, só enxergam com a barreira do sentimento exacerbado e acreditam fielmente em tudo que a pessoa amada diz, mesmo que todo o contexto prove o contrário.
Acho que todo mundo tem essa fase. Pelo menos me consolo assim, pra que eu não fique pensando que sou uma aberração humana que só se mete em furada quando o assunto é relacionamento.
Mas hoje eu entendi que o problema não é passar por essa fase, o problema maior é nos estagnar nesta fase. Parar o mundo e querer descer ali mesmo, achando que já chegou ao ponto final e já atingiu o que de melhor nos espera.
Pior que ser um burro amoroso é ser um burro amoroso teimoso, que insiste, insiste, insiste mais uma vez, e mesmo cansado, ele continua insistindo. E ainda tem aquele que enxerga, mas que pra tentar acalmar o coração faz de conta que não viu e inventa uma desculpa pra si mesmo.
Eu estava assim. E o pior de tudo, eu sabia que estava. Uma das coisas que eu mais odiava era a minha intuição, porque essa tal de intuição feminina sempre arruma um jeitinho de mandar o seu recado. E eu, mesmo entendendo, fazia de conta que não tinha recebido recado nenhum. E eu não fiz isso uma, nem duas, nem três vezes. Pra ser sincera, já perdi as contas de quantas vezes fiz.
Mas até que um dia pensei “– Amor em pedaços? Se eu nunca me contentei com pouco em nada nesta vida, porque, logo com o amor, eu iria me contentar com pedacinhos?” Pode até parecer que eu to mentindo, mas não estou. Foi assim mesmo, de uma hora pra outra que eu resolvi aceitar os conselhos da minha, que voltou a ser, querida intuição. Pode até parecer simples, mas não foi. E não ache que estou aqui querendo te dizer que vai ser fácil, que basta acordar, sacudir a poeira e viver a vida, porque eu sei que não é. Mas existe uma coisa que se chama amor próprio que pode te ajudar nisso tudo.
Ouvi uma frase essa semana que me chamou muito a atenção. “Amor impossível, sim; improvável, nunca.” E é por isso que eu repito a mim mesma, todos os dias, que eu vou sempre correr atrás do impossível, mas que também vou sempre abandonar o improvável. Porque se um amor é improvável, tenha a certeza de que ele realmente não vai se realizar. Ou, se realizar, pode ser que ele não se fortaleça. Se ele era improvável era porque alguma coisa o fazia ser, e será que isso mudaria assim, de uma hora para a outra?
Acredite, a gente sempre sabe quando um amor é verdadeiro. A gente sempre sabe quando todos os nossos planos amorosos podem dar certo. E, principalmente, a gente sempre sabe quando uma coisa nos faz bem.
Não há noite longa que não encontre o dia. E não há momentos difíceis que sejam eternos. E são nestes momentos que devemos pensar mais na nossa felicidade do que na dos outros e ir em busca daquilo que te faz bem.
Fui ser feliz. E não volto.
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