quarta-feira, 25 de maio de 2011

O apego não quer ir embora




Tem dias que eu sinto tanto a sua falta, que tudo que eu mais queria era poder correr pro seu colo e me sentir a pessoa mais protegida desse mundo. Ganhar seu abraço apertado, seu cafuné gostoso e achar que o mundo parou naquele momento. O tempo passou, é verdade, e acredito que eu tenha mesmo, de certa forma, amadurecido, mas, envelhecer não apaga quem fomos e muitas vezes ainda sinto alguns desejos de criança.

Hoje tento ser uma pessoa de quem você se orgulharia, e às vezes até acho que você, esteja onde estiver, realmente tem orgulho de mim, mas sinto falta de ouvir isso. Tem dias que falta o seu incentivo e o seu apoio diante dos momentos difíceis.

Eu tenho tentado entender que viver é morrer a cada dia e, assim, desejo sempre continuar morrendo por muitos e muitos anos. Mas, ao mesmo tempo, há uma espera ansiosa pelo nosso encontro, que hoje, mais do que nunca, eu tenho certeza que ainda vai acontecer.

Mas eu ainda não encontrei aconchego melhor que o seu e proteção mais verdadeira que a sua. Ainda não consigo entender como vou morrer aos poucos sem a sua presença. Ainda tenho tantas etapas dessa vida para enfrentar e eu já não tenho certeza se conseguirei sem você ao meu lado.

“O infinito é o deus mais bonito”; É nele que eu procuro todos os dias a sua imagem e é pra ele que eu conto todo dia a falta que você me faz e o quanto é difícil ficar aqui sem você. Ele tem sido meu confidente durante todos esses anos, mas é uma pena que ele não tenha resposta pra muitas das perguntas que faço.

Eu fecho os olhos e ouço sua voz me dizendo que eu preciso ser forte, dia após dia, para enfrentar todos os problemas e dúvidas que me afligem e atormentam. E nesses momentos eu sinto como se você estivesse aqui, ao meu lado, segurando minha mão e dizendo que vai estar sempre comigo, mesmo que eu não possa vê-la. Eu acredito nisso para confortar meu coração.




"Me mostre um caminho, agora

Um jeito, de estar sem você

O apego, não quer ir embora

Diaxo, ele tem que querer!"

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Esquecendo alguém

Já comecei a escrever um novo texto no meu celular (é, quando as ideias surgem de madrugada eu vou salvando no celular pra não esquecer no outro dia), mas hoje eu não tive clima de escrever. Eu nunca lidei muito bem com a morte de pessoas queridas, nem das próximas e até das mais distantes, e hoje uma pessoa muito especial se foi.

Mas, depois que comecei a frequentar mais o Centro Espírita to aprendendo a compreender mais estes momentos e entender que a dor é só nossa. Uma nova etapa da vida começa para quem se foi, em um mundo muito mais evoluído onde só existem coisas boas.

Mesmo assim hoje foi um dia difícil e então achei melhor ao invés de escrever, publicar um texto da Marina, do CorraMary.com que é também a minha opinião.


Esquecendo alguém

Ontem a noite, recebi uma inbox no Facebook de um rapazinho desesperado. Ele contava que há anos é apaixonado por uma garota que aparentemente não quer nada com ele, dizia que a menina é leitora do blog e me pedia ajuda.
Não há muito o que eu possa fazer em relação a ela. Na verdade não há muito o que eu possa fazer em relação a ninguém, mas é mais fácil incentivá-lo a esquecer o amor não correspondido do que botar uma arma na cabeça da menina e obrigá-la a amar o rapaz. Se ela ainda não o ama, nunca vai amar.

Como esquecer alguém?

Se eu tivesse a solução mágica para isso, certamente estaria rica nesse exato momento.
É nessa hora que aparecerão conselhos e mais conselhos de todos os tipos, alguns bons, outros nem tantos. Todo mundo sabe que o melhor mesmo é deixar o tempo passar. Ok, o tempo cura tudo, e cura mesmo, mas e enquanto ele não passa, o que fazer?

1) Sofra

Por incrível que pareça esse é sempre o primeiro conselho. Pular o luto, é adiar o sofrimento. Então deixe as musiquinhas felizes e baladas super animadas para o momento certo. Sofra o que tiver que sofrer, seja um dia ou uma semana, mas sofra o suficiente para não precisar sofrer parceladamente depois.

2) Perdoe

O principal motivo para se empacar em alguma relação que já passou mas o sentimento ainda não, é não conseguir perdoar. Somos acostumados a achar que teremos em dobro tudo o que fizermos. Mas a vida não é tão justa assim. Na maioria das vezes você vai fazer, fazer e fazer, e nunca terá nada em troca. Você pode até achar que perdoando está livrando a pessoa de toda a culpa que ela tem, mas na verdade o perdão só irá fazer bem a você, te livrando de toda a raiva que carrega. Você não precisa dizer o quão merda uma pessoa é. Ela sabe e terá que conviver a vida toda com as merdas que fez. Os erros foram dela, e ela que conviva com isso. Você não precisa dividir mais esse fardo.

3) Não virem amigos

Virar amigo de ex logo após o término é como querer virar vegetariano no meio de um churrasco. Não funciona e você sofre mais ainda. Isso limpa a consciência pesada que o outro lado está sentindo, mas fode mais ainda a sua cabeça. Não dá para tirar alguém de dentro de você, se essa pessoa ainda permanece constantemente no seu dia a dia. Se essa pessoa te tirou da vida dela, faça o mesmo.

4) Não se importe com o que a pessoa vai pensar

Muitas pessoas te dirão “Não dê o gostinho ao outro lado de saber que você está sofrendo”, mas quer saber? Foda-se. Sim, foda-se o que a pessoa irá achar do que você teve que fazer para esquecê-la. Não importa mais.
Você não pode se sentir culpado por simplemente estar sentindo a ausência de alguém. Porque você deveria se importar com o que pensa ou deixa de pensar alguém que você quer esquecer? Se é para esquecer, então esqueça direito!

5) Jogue no lixo tudo o que te fizer lembrar

Delete telefones, e-mails, mensagens. Jogue fora cartas, presentes, fotos, bilhetinhos. Tudo. Você não vai precisar de nada disso para relembrar do que tiveram. Tudo o que você precisa já está dentro de você, e não existe botão de delete capaz de apagar. Se agarrar a pequenas demonstrações de carinho só fará com que o passado se mantenha cada vez mais presente. Ou você acha mesmo que seguirá em frente acordando todas as manhãs e dando de cara com o retrato da viagem que fizeram nas últimas férias? O passado passa. Ele tem sempre que passar.

6) Ocupe-se

Comece um novo curso, faça uma viagem, escreva um livro, organize seus albúns de foto, mude o visual, compre roupas novas; enfim, faça algo por você que ocupe a sua cabeça e te faça sentir bem. Pare de sentir pena de você mesmo. Ficar em casa olhando para o teto não resolverá nada. Ninguém baterá na sua porta para te entregar uma garrafinha mágica da felicidade.

7) Suma

O momento mais difícil é sempre quando o outro insiste em procurar. Se a pessoa não está te ligando para se desculpar dos erros que cometeu com você e pedindo para que tenham um novo começo, leve em consideração que você pode ser apenas um alvo fácil e frágil disposto a saciar a carência momentânea do outro. É isso mesmo o que você quer?

8 ) Não tenha pressa em conhecer outras pessoas

Não sou a favor da teoria de que só se esquece um amor com outro amor. Das vezes em que tentei isso, percebia que estava na verdade desesperadamente tentando ocupar aquele buraco com pecinhas que nunca se encaixariam. Antes de gostar novamente de alguém, é preciso faxinar tudo o que ainda não foi embora do que já passou. E a cima de tudo, não envolver uma terceira pessoa em algo que ela não tem culpa nenhuma. Não transfira a sua dor para alguém que não teve nada a ver com ela.

9) Um dia de cada vez

Abstinência de um amor funciona como abstinência de qualquer droga. Você acha que vai enlouquecer, quer a todo custo e se não tomar uma atitude, pode ficar nessa para sempre. Não pense a longo prazo, pense em não procurar por apenas aquele dia, e no dia seguinte faça o mesmo. Cada vez que cair em tentação, tudo o que fizera antes, vai direto pra privada e você volta ao ponto de partida.

10) Ame-se

Pode parecer conselho de mãe, e realmente é, mas é um dos passos mais importantes. Você viveu a sua vida toda sem aquela pessoa, e viveu bem, porque não poderia voltar a viver sem? Você não precisa de ninguém que não precise de você, e quanto mais se sentir a pior pessoa do universo, menos conseguirá seguir em frente. Você se sente meio merda, meio feio, meio burro, meio não merecedor de amor, mas quando começar a se amar e voltar a se sentir no topo, vai perceber que aquela pessoa que antes parecia a pessoa perfeita pra você, na verdade nem era tudo isso.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Em paz

Eu esperei que você voltasse. Eu esperei todos os dias que o telefone tocasse e que fosse você, arrependido, me pedindo para recomeçarmos de onde paramos. Eu esperei ouvir você me dizer que nossos planos e acordos não estavam perdidos e que eles voltaram a ser válidos. Esperei pelos momentos de respiração ofegante, pelas risadas, as conversas sobre o trabalho com os desabafos, os desenhos detalhados e explicativos. Eu esperei, e por muito tempo eu quis tudo de volta.

Mesmo negando eu queria, mesmo negando eu sentia, mesmo negando ainda me doía. Era uma dor intensa e constante, como quando se corta o dedo com papel - a dor é pequena mas lateja, incomoda e grita a todo instante que ela está ali. Mas o problema é que eu não conseguia identificar onde mais doía: cabeça, peito, coração. Na verdade era uma dor que tomava o corpo todo. E eu esperava pelo dia em que essa dor iria passar.

Mas como diz aquela música do Marcelo Camelo com a Mallu Magalhães, que se estragou depois daquele último bilhete - "eu ando em frente por sentir vontade" e sim, eu segui. Mesmo ainda tendo gravada na memória aquela cena trágica de você cantando Madrid, guardei toda a minha saudade e aquela vontade de brigar pelo lugar no sofá e pela maior quantidade de travesseiros na cama. Guardei todo o ódio que eu sentia, pois, como eu já lhe disse algumas vezes, o ódio vive junto com o amor, e era melhor trocá-lo pela indiferença.

O passado perdeu a importância e o presente já não mais me importava. Parei de ouvir sua voz me dizendo bobagens e fazendo promessas que eu sabia que eram falsas e, que mesmo assim, me ganhavam. Parei de procurar carinho em suas palavras e parei de colocá-lo nas minhas. Tornei-me indiferente ao nosso mundo que um dia já tinha sido completo.

Não foi fácil me esquecer da sua organização e do quanto você ficava bravo em sair desta rotina robótica quando nos encontrávamos. Também não foi fácil esquecer da sua indecisão para escolher uma roupa, nem do charminho que você fazia quando queria alguma coisa, do seu jeito de estrelinha sempre cheio de si (até demais) e do quanto eu me divertia te vendo nervoso e com ciúmes.

É, fácil não foi, mas eu não desisti. Você me conhece - ou pelo menos deveria conhecer - e sabe que eu nunca fui de desistir facilmente das coisas que eu verdadeiramente queria. E, por isso, eu consegui. Eu pude um dia ter o orgulho ferido reconstruído pra dizer que a indiferença era mesmo real. E foi aí que eu parei de procurar toda e qualquer notícia.

Voltei a me preocupar com as minhas vontades, os meus sonhos e com a minha realização - tá, eu assumo que mais com a profissional do que com a pessoal -, voltei a me sentir capaz de ir atrás daquilo que realmente me fizesse bem. E é por isso que desta vez eu que não vou permitir que você atrapalhe a minha organização - alguma coisa eu tinha de aprender com você - e tudo aquilo que eu demorei tanto para colocar em ordem. É por isso que não vou deixar que você venha como um vendaval estragando tudo, me deixando mais uma vez em trapos e em cacos que eu demorei tanto para juntar. Eu não vou deixar que você invada a minha solidão que aprendi a conviver quando ainda estávamos juntos, ela agora é só minha e, juntas, nos entendemos muito bem.

Hoje eu sei que não posso me contentar com o pouco que você tem para me oferecer, pois muito pra mim já tem sido pouco, e pouco é tão pouco demais. Hoje, depois de ter passado tanto tempo esperando, eu não posso mais parar e muito menos recuar. A única coisa que espero agora é que tudo continue como está, em paz.

To correndo

Prestes a ir embora do trabalho para minha aula de Pilates, li um texto do Gabito Nunes que eu não poderia deixar de publicar aqui. Ele caiu como uma luva para o dia de hoje, em que fantasmas decidiram querer assombrar novamente a minha vida. Como me disse minha querida amiga Cheyane, quando seus defuntos começam a se desenterrar e te procurar, só tem uma coisa a fazer, correr, correr como se não houvesse amanhã. Vai por mim.


E é por isso, que eu... to correeeeeendoooo!!!


Vai aí o texto do Gabito pois eu tenho certeza que toda mulher precisa lê-lo.


Agosto amargo

Eu poderia me reinventar te contando como passei meus últimos dias, mas penso que as informações seriam meio incompletas, só sei do gosto de vodca e preguiça que não levantam comigo, misturados com o perfume agressivo de outros rapazes que dormi junto desejando acordar nunca mais. Os papos chatos, os sabores de beijos secos que não se sobrepõem ao seu na minha língua, as músicas altas demais que ouço com a manifesta intenção de estourar um tímpano, e explodir dentro de mim tudo que você ainda representa.


Olha pra mim. Ando finalmente me divertindo, sendo feliz pela noite, e transcorrendo os dias como se o futuro bonito fosse o que realmente parece ser - apenas um elogio falso pra gente sentir que sonhar é tão bacana quanto viver. Embora eu ainda acorde quente e molhada de pesadelos que tenho contigo, sempre de olhos abertos e inchados, claro. Dele, eu interpreto que o amor não passa de um cachorro louco, dando voltas, correndo atrás do rabo, babando doente de raiva. Você é meu eterno agosto, rapaz. Louco e amargo.


Seu sarcasmo sempre foi o diabo da nossa comunicação, então eu ordeno: tira esse riso sórdido do rosto, não vá pensando que essas palavras jorram da minha boca como placebo pro meu desconforto. A dor é meramente ilustrativa, e psicológica também. Ninguém jamais me fez sofrer, nunca me obrigariam a isso, sempre que sofri por alguém foi porque quis, não por julgar que valessem a lágrima, cada uma delas. Se corri tanto atrás de você foi pela ideia fixa de fazer justiça com as próprias pernas.


Mas agora tá tudo bem. Aprendi que quanto mais superficialmente você costura uma relação, menos chance há de se afogar. Navegar é preciso, o negócio é não faltar nas aulas sobre como boiar em águas nem doces nem salgadas. Hoje posso dizer convicta que prefiro o clarão das aparências que a penumbra de mergulhar fundo, sem saber como respirar abaixo do chão. Agora, como boa marinheira de incontáveis viagens, finalmente sei como desatar nós.


Eu sei, tudo isso soa meio triste e solitário, mas durante todo esse tempo que você ficou ao meu lado me ensinando como ser sozinha, tudo indica que fiquei boa nisso. Essa não é minha vida mesmo, essa alegria é emprestada, esse sorriso é postiço. No meu rosto decorado com pó diluível, a maquiagem é à prova de decepção - especial pra quem vaga pela noite sem o retornável desejo de quebrar a cara. E desse corpo que ofereci pra ser só seu, também não sou mais dona, agora é quase de quem quiser.


Cara, eu só queria te ver mostrando que precisa de mim, vez que outra. Que me amasse com ênfase nas vezes que não mereci ser amada. Porque, entre me sentir inútil só pra você e me sentir inútil pro resto do mundo, optei pela diversidade. Ok, não vou mentir, tenho sentimentos de estimação por você. Mas estou deixando de alimentá-los. Um dia eles morrem.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Fui ser feliz.

Eu sempre tive a mania – péssima por sinal – de acreditar demais nas pessoas, de acreditar demais na mudança e na força do amor. Não que hoje eu tenha radicalizado e seja contra tudo isto, mas tenho começado a me posicionar melhor perante estas situações.

Isso porque eu sempre tive o vício de amar exageradamente, me entregar por inteira, corpo, alma e coração, sem me preocupar muito com o futuro e com as coisas que poderiam acontecer. Hoje eu entendo que essa minha forma de agir me classificava entre os burros amorosos, aqueles que esquecem da razão e só agem com o coração, só enxergam com a barreira do sentimento exacerbado e acreditam fielmente em tudo que a pessoa amada diz, mesmo que todo o contexto prove o contrário.

Acho que todo mundo tem essa fase. Pelo menos me consolo assim, pra que eu não fique pensando que sou uma aberração humana que só se mete em furada quando o assunto é relacionamento.

Mas hoje eu entendi que o problema não é passar por essa fase, o problema maior é nos estagnar nesta fase. Parar o mundo e querer descer ali mesmo, achando que já chegou ao ponto final e já atingiu o que de melhor nos espera.

Pior que ser um burro amoroso é ser um burro amoroso teimoso, que insiste, insiste, insiste mais uma vez, e mesmo cansado, ele continua insistindo. E ainda tem aquele que enxerga, mas que pra tentar acalmar o coração faz de conta que não viu e inventa uma desculpa pra si mesmo.

Eu estava assim. E o pior de tudo, eu sabia que estava. Uma das coisas que eu mais odiava era a minha intuição, porque essa tal de intuição feminina sempre arruma um jeitinho de mandar o seu recado. E eu, mesmo entendendo, fazia de conta que não tinha recebido recado nenhum. E eu não fiz isso uma, nem duas, nem três vezes. Pra ser sincera, já perdi as contas de quantas vezes fiz.

Mas até que um dia pensei “– Amor em pedaços? Se eu nunca me contentei com pouco em nada nesta vida, porque, logo com o amor, eu iria me contentar com pedacinhos?” Pode até parecer que eu to mentindo, mas não estou. Foi assim mesmo, de uma hora pra outra que eu resolvi aceitar os conselhos da minha, que voltou a ser, querida intuição. Pode até parecer simples, mas não foi. E não ache que estou aqui querendo te dizer que vai ser fácil, que basta acordar, sacudir a poeira e viver a vida, porque eu sei que não é. Mas existe uma coisa que se chama amor próprio que pode te ajudar nisso tudo.

Ouvi uma frase essa semana que me chamou muito a atenção. “Amor impossível, sim; improvável, nunca.” E é por isso que eu repito a mim mesma, todos os dias, que eu vou sempre correr atrás do impossível, mas que também vou sempre abandonar o improvável. Porque se um amor é improvável, tenha a certeza de que ele realmente não vai se realizar. Ou, se realizar, pode ser que ele não se fortaleça. Se ele era improvável era porque alguma coisa o fazia ser, e será que isso mudaria assim, de uma hora para a outra?

Acredite, a gente sempre sabe quando um amor é verdadeiro. A gente sempre sabe quando todos os nossos planos amorosos podem dar certo. E, principalmente, a gente sempre sabe quando uma coisa nos faz bem.

Não há noite longa que não encontre o dia. E não há momentos difíceis que sejam eternos. E são nestes momentos que devemos pensar mais na nossa felicidade do que na dos outros e ir em busca daquilo que te faz bem.

Fui ser feliz. E não volto.

Muito além do que se vê

Decidi. Esse blog vai bombar mais.

Minha necessidade de escrever é constante, mas eu confesso que tem dias em que a inspiração some, a quantidade de trabalho atrapalha e a preguiça também tem dado a sua contribuição. Mas devo confessar que me sinto tão cansada e esgotada que preciso mesmo voltar a atualizar esse blog com mais freqüência. Mais do que nunca eu preciso de um local de desabafo e sim, este é o lugar.

Comecei a mexer em algumas configurações, alterei layout e aos poucos pretendo incrementar ainda mais, para que esse ambiente se pareça realmente com um blog de verdade. E, acima de tudo, que ele seja cada vez mais a “minha cara, corpo, vontades, dúvidas e sentimentos”.

Eu sei que essa não é a primeira vez que eu prometo ser mais presente, mas dessa vez assumo o compromisso de, pelo menos tentar, mesmo que os posts não sejam com meus textos e sejam apenas dicas e sugestões.

Tudo isso e muito mais para que possamos enxergar muito mais do que “Além do que se vê”