Não. Não é da música do Molejão que estou falando. Voltei pra cá. Voltei a escrever. Comecei a freqüentar sempre outros blogs e ler os posts me fez lembrar que além de gostar de ler, também me agrada muito escrever.
O tempo hoje é ainda MAIS corrido do que o tempo dos últimos posts. A monografia acabou (Passei com 95 pontos, se é que isso interessa e esclarece certas informações divulgadas na mídia formiguense. Ta. Tudo bem. Eu realmente adoro incomodar! Rs), e a faculdade também. Hoje sou uma jornalista (tive de atualizar o perfil), assessora de comunicação da ACIF, CDL e Sicoob Centro-Oeste.
Os problemas a que eu me referi? Hahaha... Não são nada se comparados aos de hoje. Tive de mudar minha postura do dia pra noite. Festas, bebedeiras, fiascos alcoólicos, são agora apenas lembranças (que deixaram saudade, inclusive). Me preocupo com a imagem, postura, comportamento. Com quem está por perto, quem olha, com as paredes que têm ouvidos.
Hoje perdi minha melhor amiga. Ta, exagerei. Mas não a tenho mais aqui ao meu lado a qualquer hora, em qualquer lugar, a qualquer circunstância. Havíamos jurado amizade eterna. Combinamos de nos levar ao altar e seríamos madrinhas dos nossos filhos. Ela me disse que estaria sempre aqui, que era só ligar que ela vinha correndo. Foi sempre pra ela que corri pra contar meus problemas, e foi ela quem esteve ao meu lado nas situações mais difíceis que já enfrentei.
Eu tinha certeza que nos separaríamos somente no dia em que a hora do altar chegasse. Mas o destino optou por nos pregar uma peça bem no meio do caminho. E neste momento só consigo pensar no que vai ser de mim sem ela aqui?
Pra quem vou pedir conselhos? Quem vai me dizer não o que eu quero ouvir, mas sim o que eu preciso ouvir? Quem vai me dizer que vai estar ao meu lado sempre e que entende tudo que eu estou sentindo? Quem vai apelidar todas as pessoas desinteressantes e me fazer dar gargalhadas com a incrível capacidade de falar inúmeras bobagens por minuto? Quem vai ser neurótica, psicopata e compartilhar do mesmo vício de arrancar cabelos que eu?
São quase 20 anos de amizade. Temos mais que histórias para contar, temos planos para concretizar, sonhos a realizar. “Não há memória em que não apareça, nem lembrança em que ela não esteja”. E não consigo acreditar que teremos mesmo de nos separar.
O tempo hoje é ainda MAIS corrido do que o tempo dos últimos posts. A monografia acabou (Passei com 95 pontos, se é que isso interessa e esclarece certas informações divulgadas na mídia formiguense. Ta. Tudo bem. Eu realmente adoro incomodar! Rs), e a faculdade também. Hoje sou uma jornalista (tive de atualizar o perfil), assessora de comunicação da ACIF, CDL e Sicoob Centro-Oeste.
Os problemas a que eu me referi? Hahaha... Não são nada se comparados aos de hoje. Tive de mudar minha postura do dia pra noite. Festas, bebedeiras, fiascos alcoólicos, são agora apenas lembranças (que deixaram saudade, inclusive). Me preocupo com a imagem, postura, comportamento. Com quem está por perto, quem olha, com as paredes que têm ouvidos.
Hoje perdi minha melhor amiga. Ta, exagerei. Mas não a tenho mais aqui ao meu lado a qualquer hora, em qualquer lugar, a qualquer circunstância. Havíamos jurado amizade eterna. Combinamos de nos levar ao altar e seríamos madrinhas dos nossos filhos. Ela me disse que estaria sempre aqui, que era só ligar que ela vinha correndo. Foi sempre pra ela que corri pra contar meus problemas, e foi ela quem esteve ao meu lado nas situações mais difíceis que já enfrentei.
Eu tinha certeza que nos separaríamos somente no dia em que a hora do altar chegasse. Mas o destino optou por nos pregar uma peça bem no meio do caminho. E neste momento só consigo pensar no que vai ser de mim sem ela aqui?
Pra quem vou pedir conselhos? Quem vai me dizer não o que eu quero ouvir, mas sim o que eu preciso ouvir? Quem vai me dizer que vai estar ao meu lado sempre e que entende tudo que eu estou sentindo? Quem vai apelidar todas as pessoas desinteressantes e me fazer dar gargalhadas com a incrível capacidade de falar inúmeras bobagens por minuto? Quem vai ser neurótica, psicopata e compartilhar do mesmo vício de arrancar cabelos que eu?
São quase 20 anos de amizade. Temos mais que histórias para contar, temos planos para concretizar, sonhos a realizar. “Não há memória em que não apareça, nem lembrança em que ela não esteja”. E não consigo acreditar que teremos mesmo de nos separar.
Mas, assim como o poeta, eu “espero que o tempo voe, para que você retorne, pra que eu possa te abraçar”. Porque e sei que é isso que vai acontecer. Por maior que seja a distância, estaremos sempre juntas. E, mesmo que seja só no dia do altar, tenho certeza que a gente ainda vai se encontrar e vamos continuar de onde paramos. Realizaremos nossos sonhos, concretizaremos nossos planos e teremos a certeza de que nosso laço é muito mais forte que qualquer adversidade. Riremos do passado, relembraremos histórias que nos marcaram para sempre e, principalmente, continuaremos planejando nosso futuro, SEMPRE JUNTAS.
A saudade já dói. Mas eu sei que “o acaso vai nos proteger, enquanto andarmos distraídas” e mesmo distante, você está aqui; em minhas memórias, no meu pensamento e no coração. Jamais esquecerei o quanto você se fez importante e especial; o quanto fomos felizes e nos divertimos juntas, nossas viagens, bebedeiras, conversas eteeeernas, cheias de detalhes, nossas fofocas, nossos choros e sorrisos e, principalmente, essa amizade forte e duradoura que construímos juntas.
São semanas que parecem anos. E por mais que mantenhamos contato sempre, parece que não conversamos há uma eternidade. Queria poder olhar pra você agora e te chamar de Mielly Silva Martins, Maricleide, Mari, Vaquinha, Cobra Felina... AMIGA. Queria poder compartilhar as coisas que andam acontecendo. Ouvir seus conselhos e bolar planos mirabolantes.
Eu sei que não posso... Então, fico só na saudade.
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